Dois para conquistar – Marion Zimmer Bradley

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Arte de David A. Cherry

Acredite se quiser, mas esta é uma história sobre redenção e empatia.

Dois para conquistar” não é recomendável para aqueles que querem começar a ler os livros da série Darkover. E menos recomendável ainda caso este seja o seu primeiro contato com a autora. Porque? Bem, esta história tem como personagem principal um ser odiável que se divide entre o herói e o vilão (talvez, mais vilão).

“Algo lhe passou pela memória, sempre fora perigoso espionar os mistérios femininos e, por essa razão, todas as sociedades sensatas sempre haviam proibido os mistérios das mulheres.” (Dois para conquistar)

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Rainha da Tempestade – Marion Zimmer Bradley

“Houvera um tempo na história do Comyn em que promovíamos uma reprodução seletiva, a fim de fixar esses dons em nossa herança racial; foi uma época de grande tirania e não um tempo de que nos lembremos com orgulho”(Lady Rohana – A corrente rompida)

rainha-da-tempestade-livroImagine um universo onde algumas pessoas, de uma determinada origem genética, possuam um “dom”, chamado de laran, que é capaz de lhes proporcionar “poderes” como: telepatia, presciência e voz de autoridade. Para desenvolver e aprimorar esse laran houveram programas de reprodução onde homens e mulheres eram selecionados minuciosamente para gerar descendentes fortes com o poder adequado.

Por conta desses programas de reprodução, os partos eram cada vez mais difíceis, o que acarretava, geralmente, na morte do bebê ou da mãe. Ainda somava-se o fato de que a criança que chegasse à vida adulta poderia morrer de uma “doença do limiar” (a transição da infância para a vida adulta). Em meio à tudo isso ainda existem reinos, soberanos e um sistema de “direito de nascimento”, o que para nós não é estranho. Significava que o rei precisa ter um filho homem legítimo para passar seus domínios, ou estará fadado ao caos.

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