Todo Dia — David Levithan

Imagine que cada dia de sua vida você acordasse no corpo de outra pessoa. O que você faria?

Emília: “Esse livro é diferente de tudo o que você já leu na sua vida, pode ter certeza absoluta!”

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Stonehenge — Bernard Cornwell

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Arte de billy2917

Quando uma coisa grandiosa está para ser feita, normalmente se destina à chamar atenção de gerações de homens e uma legião de deuses e espíritos…

Stonehenge me lembrou de alguma forma a obra Os pilares da terra, onde grandes feitos revelam grandes histórias….  Alguns  deles pedem obras divinas, em nome de Deus, para prestígio próprio — e isso não parece acabar bem na maior parte das vezes.

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Personagens fictícios inspirados em pessoas reais: O conde Drácula

Fala galera!

Nessa semana tivemos uma resenha da Jovi sobre Vlad – a última confissão,um livro que conta a história, sem firulas, do homem por trás do mito do vampiro mais famoso da história: o conde Drácula. Ainda não conhece o livro de C.C. Humphreys? Confira a resenha da Jovi >aqui<.

Pra quem ficou interessado nesse ser, criatura ou homem que viveu a tanto tempo atrás e ainda vaga em meio ao imaginário de tantas pessoas, trouxemos uma matéria especial para essa sexta! Hoje vamos falar de Vlad III, príncipe da Valáquia.😈

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Vlad – a última confissão – C. C. Humphreys

“Decidi não julga-lo. Decidi mostrar o que ele fez e parar de me preocupar com seus motivos. Essencialmente, deixei-o ser quem ele foi, fosse o que fosse, colocar suas ações lado a lado com o registro de sua vida e com o contexto do lugar e época brutais em que viveu. Deixaria o leitor decidir.” –  C.C. Humpheys

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Um líder político sádico defende seu território do ataque do Império Otomano no século XV. Governando a província conhecida como Valáquia, “empalador” começou a ser uma palavra associada ao seu nome após aderir à essa prática cruel para punir seus inimigos.

Sangue? Realmente muito sangue foi derramado por ele. Mas não para servir de alimento. Aqui você vai esquecer as lendas que ouviu no livro de Bram Stoker para conhecer o verdadeiro Vlad Tepes, o Conde Drácula.

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A invenção de Gutenberg

Como uma máquina pode mudar sua forma de comunicar?

“Há uma noção de Início da Idade Moderna que, enfatizando acontecimentos famosos como a descoberta do Novo Mundo ou a invenção da imprensa, subsume os movimentos e as mudanças que criaram a impressão de ‘deixar para trás’ o que fora até então chamado de ‘Idade das Trevas’.” (GUMBRECHT, Modernização dos sentidos, p. 9)

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Johannes Gutenberg

Em 1450 o inventor Johannes Gutenberg se via diante de um problema: não havia formas de impressão como conhecemos hoje. Já imaginou isso? Não conseguir imprimir rapidamente aquele documento para o trabalho, ou mesmo um livro! Nossos amados livros…

Pois é. Esse sujeito alemão resolveu que solucionaria o problema! (ufa!)

Inventou a técnica de impressão de tipos móveis, que tornou possível reproduzir livros em grandes volumes, com custo e tempo muito menor do que o da reprodução manual. Essa invenção não apenas mudou a técnica de reprodução dos livros, mas também toda uma forma do homem se relacionar com o mundo, de se comunicar e de reproduzir conhecimento!  Você deve estar se perguntando agora: “O que diabos é essa tal de impressão de tipos móveis?”, não é? A gente explica!

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A Rosa Branca Rebelde – Janet Paisley

A mulher é metade do mundo, ghràid

Tateando rastros apagados da história de uma guerreira escocesa rebelde, Janet Paisley remonta, de forma ficcional (importante que se diga), a luta dos rebeldes jacobitas para manter viva sua identidade diante da opressão inglesa. O livro traz para a luz o nome de Anne Farquharson, mulher determinada das Terras Altas que recusa a submissão e assume papel de protagonismo em um levante brutal entre Escócia e Inglaterra.

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