Outlander : a viajante do tempo – Diana Gabaldon

Mágica. Às vezes ela acontece. Não sei se já se viu diante de livros que prendem sua atenção e emoções de maneiras tão catárticas e profundas que não há como sairmos incólumes deles. Espero que sim, espero que já tenha te acontecido isso, são experiências únicas. Claro, não é algo que qualquer leitura vá te proporcionar, pelo menos para mim, são raras. “Outlander”  foi uma delas.

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Rainha da Tempestade – Marion Zimmer Bradley

“Houvera um tempo na história do Comyn em que promovíamos uma reprodução seletiva, a fim de fixar esses dons em nossa herança racial; foi uma época de grande tirania e não um tempo de que nos lembremos com orgulho”(Lady Rohana – A corrente rompida)

rainha-da-tempestade-livroImagine um universo onde algumas pessoas, de uma determinada origem genética, possuam um “dom”, chamado de laran, que é capaz de lhes proporcionar “poderes” como: telepatia, presciência e voz de autoridade. Para desenvolver e aprimorar esse laran houveram programas de reprodução onde homens e mulheres eram selecionados minuciosamente para gerar descendentes fortes com o poder adequado.

Por conta desses programas de reprodução, os partos eram cada vez mais difíceis, o que acarretava, geralmente, na morte do bebê ou da mãe. Ainda somava-se o fato de que a criança que chegasse à vida adulta poderia morrer de uma “doença do limiar” (a transição da infância para a vida adulta). Em meio à tudo isso ainda existem reinos, soberanos e um sistema de “direito de nascimento”, o que para nós não é estranho. Significava que o rei precisa ter um filho homem legítimo para passar seus domínios, ou estará fadado ao caos.

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Beco do Rosário — Ana Luiza Koehler

Para os que apreciam uma boa história aliada a desenhos incríveis!

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Vlad – a última confissão – C. C. Humphreys

“Decidi não julga-lo. Decidi mostrar o que ele fez e parar de me preocupar com seus motivos. Essencialmente, deixei-o ser quem ele foi, fosse o que fosse, colocar suas ações lado a lado com o registro de sua vida e com o contexto do lugar e época brutais em que viveu. Deixaria o leitor decidir.” –  C.C. Humpheys

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Um líder político sádico defende seu território do ataque do Império Otomano no século XV. Governando a província conhecida como Valáquia, “empalador” começou a ser uma palavra associada ao seu nome após aderir à essa prática cruel para punir seus inimigos.

Sangue? Realmente muito sangue foi derramado por ele. Mas não para servir de alimento. Aqui você vai esquecer as lendas que ouviu no livro de Bram Stoker para conhecer o verdadeiro Vlad Tepes, o Conde Drácula.

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Fahrenheit 451 – Ray Bradbury

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Queima de livros aconteceu até em He-man 😮

Antes de ler Fahrenheit 451, vi algumas resenhas que tinham o seguinte enunciado “em um futuro distante”… Bem, Ray Bradbury escreveu este romance em 1950, em uma biblioteca de sua cidade. Em 1953 o autor reedita o romance que tinha como título The fire man e o transforma em Fahrenheit 451.

E daí?

E daí que  muitas das coisas que Bradbury escreve em Fahrenheit 451 definitivamente não existiam nos anos 50, entretanto, para nós no século XXI, é um romance mais atual que poderíamos imaginar (observem).

Classificado como uma distopia,  para alguns até mesmo como uma “previsão”, temos aqui bastante polêmicas (tanto acerca do autor quanto de  sua obra).

Vamos falar um pouquinho sobre a história então!

Fahrenheit 451 nos apresenta um bombeiro chamado Montag. É curioso notar que bombeiro em inglês se escreve fire man – isso é uma curiosidade, mas também uma sacada para a história pois, na escrita de Bradbury, eles não apagam mais incêndios… Eles os provocam! Os bombeiros em Fahrenheit 451 queimam LIVROS!

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A Rosa Branca Rebelde – Janet Paisley

A mulher é metade do mundo, ghràid

Tateando rastros apagados da história de uma guerreira escocesa rebelde, Janet Paisley remonta, de forma ficcional (importante que se diga), a luta dos rebeldes jacobitas para manter viva sua identidade diante da opressão inglesa. O livro traz para a luz o nome de Anne Farquharson, mulher determinada das Terras Altas que recusa a submissão e assume papel de protagonismo em um levante brutal entre Escócia e Inglaterra.

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O Diário de Anne Frank

Olá! Primeiríssima vídeo resenha do Canal do Clube!
Em homenagem ao mês da mulher, Emília Nunes fala sobre o livro “Dário de Anne Frank”.

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