Dia internacional das autoras :)

Fala galera!

Aqui quem vos fala é a Emília e hoje, a dica fica por minha conta 🙂
Saindo um pouquinho tarde, é verdade, mas tá valendo, afinal, ainda é nosso dia! Aproveitei essa data tão especial, o dia internacional das mulheres, para indicar 5 autoras que eu amo e acho que todo mundo deveria ler pelo menos uma obra nessa vida! ❤

Vamos à elas? Continuar lendo “Dia internacional das autoras :)”

Anúncios

Não me abandone jamais — Kazuo Ishiguro

ishig.jpg
Capa da 2º edição brasileira de Never let me go.

Internato de Hailsham, Inglaterra, 1978.

Crianças brincam em um ambiente idílico, com natureza exuberante e um excessivo incentivo às expressões artísticas, colecionismo e permutas.

As crianças de Hailsham são “especiais”.

Entretanto, descobrir o que esta pequena palavra, “especial”, pode significar neste romance retro/distópico do premiado autor Kazuo Ishiguro, o fará, inevitavelmente, irromper em lágrimas, provocando um desconforto existencial que poucas obras conseguem evocar.

Continuar lendo “Não me abandone jamais — Kazuo Ishiguro”

O Exorcista — William Peter Blatty

O Exorcista é uma das obras de terror mais conhecidas no mundo, escrita pelo autor  William Peter Blatty, e lançado originalmente em 1971.

exorcismo-livres-de-todo-mal
San Francisco de Borja y el moribundo impenitente. Pintura de Goya, 1788.

 

O livro teria sido baseado nos registros de um caso real, alegadamente realizado em Mount Rainier, no estado de Maryland, EUA. O jornal The Washington Post, e supostamente outros periódicos locais, relataram o discurso de um padre feito numa sociedade de parapsicologia amadora, no qual ele teria afirmado haver exorcizado um demônio em um menino de 13 anos de idade.

O sofrimento teria durado cerca de seis semanas, findando em 19 de abril de 1949…

Realidade aterrorizante ou ficção?

Continuar lendo “O Exorcista — William Peter Blatty”

Ler ou não ler, eis a questão — cinco peças para conhecer Shakespeare

Sobre este vídeo: “há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia“.

Continuar lendo “Ler ou não ler, eis a questão — cinco peças para conhecer Shakespeare”

Como os livros eram encadernados antes da Revolução Industrial?

Disclaimer: Os nomes das partes do livro que eu coloquei aqui foram a minha tradução dos termos que são falados no vídeo. Para saber os nomes em português consulte o Matematicando.

Os livros de hoje são produzidos em massa por equipamentos automatizados. Porém, antes da mecanização da industria, páginas de livros eram unidas a mão, as capas eram feitas uma a uma, de forma bastante meticulosa, por talentosos artesãos no ofício da fabricação de livros.

Continuar lendo “Como os livros eram encadernados antes da Revolução Industrial?”

Cinco livros da Cosac Naify para comprar antes de (a editora) morrer

Foi com grande tristeza que os leitores brasileiros receberam, em novembro de 2015, a notícia do fechamento da Cosac Naify. A editora, popular principalmente entre os estudantes e profissionais de artes, design e arquitetura, ficou conhecida pelos livros técnicos dessas áreas e pelas edições luxuosas e cuidadosamente trabalhadas de clássicos da literatura mundial. Atualmente, o estoque remanescente da Cosac Naify está disponível somente no site da Amazon. Alguns títulos chegaram a desaparecer por um tempo do mercado, pois aqueles que iam se esgotando não estavam sendo republicados. Felizmente, a Amazon percebeu a lacuna deixada por essas obras e tem providenciado reedições de vários dos títulos mais procurados da Cosac. Sorte nossa, mas não sabemos por quanto tempo. =/

saudade-cosac-naify

Continuar lendo “Cinco livros da Cosac Naify para comprar antes de (a editora) morrer”

O Castelo Animado – Diana Wynne Jones

o-castelo-animado-diana-wynne-jones-mdf.jpg

Fala galera! Beleza?!

Nossa resenha de hoje está recheada de MAGIA! E das boas, viu? Prepare-se para  conhecer um legítimo demônio do fogo, magos temperamentais, feiticeiras sem coração, jovens amaldiçoadas, chapéus malucos, espantalhos falantes e muito mais! Bem vindos ao castelo animado do mago Howl!

“- Eu vivo muito bem com um nome simples – disse Sophie quando dobraram numa rua abençoadamente estreita e fresca./ – Não podemos ser todos iguais – retrucou Howl” – O Castelo Animado, p.172.

Continuar lendo “O Castelo Animado – Diana Wynne Jones”

O Fim da Eternidade – Isaac Asimov

eternidade_frente_altaImagine se um dia o ser humano conseguisse dominar a viagem no tempo. Será que a tecnologia seria usada para finalmente revelar os grandes mistérios da humanidade? Será que alguém iria testar o paradoxo do avô? Será que veremos esse dia chegar?

Essas são perguntas que surgem naturalmente ao se falar de uma tecnologia tão fascinante e perigosa.

Mesmo assim, imagine que o grande dia chegou, a viagem, ou melhor, o controle do tempo, foi dominado. E agora?

Continuar lendo “O Fim da Eternidade – Isaac Asimov”

Star Wars: Kenobi – John Jackson Miller

“As vezes é preciso perder tudo para encontrar seu verdadeiro caminho” – Obi Wan Kenobi

kenobi“Kenobi” é o primeiro livro que leio da série de títulos relacionados ao universo expandido de Star Wars. Já vou logo dizendo, antes de qualquer outra consideração: me surpreendi muito com ele.

A capa belíssima da editora Aleph chama a atenção de cara. Outra coisa que chama atenção pode ser o tamanho, um “calhamaço” de 528 páginas. No entanto, relaxa, depois que você começar a ler não vai soltar mais e, se tiver tempo, vai acabar em uma semana. Aposto.

Foi exatamente o que aconteceu comigo. Bom, não foi em uma semana… Foi menos.

Continuar lendo “Star Wars: Kenobi – John Jackson Miller”

Fahrenheit 451 – Ray Bradbury

he man.jpg
Queima de livros aconteceu até em He-man 😮

Antes de ler Fahrenheit 451, vi algumas resenhas que tinham o seguinte enunciado “em um futuro distante”… Bem, Ray Bradbury escreveu este romance em 1950, em uma biblioteca de sua cidade. Em 1953 o autor reedita o romance que tinha como título The fire man e o transforma em Fahrenheit 451.

E daí?

E daí que  muitas das coisas que Bradbury escreve em Fahrenheit 451 definitivamente não existiam nos anos 50, entretanto, para nós no século XXI, é um romance mais atual que poderíamos imaginar (observem).

Classificado como uma distopia,  para alguns até mesmo como uma “previsão”, temos aqui bastante polêmicas (tanto acerca do autor quanto de  sua obra).

Vamos falar um pouquinho sobre a história então!

Fahrenheit 451 nos apresenta um bombeiro chamado Montag. É curioso notar que bombeiro em inglês se escreve fire man – isso é uma curiosidade, mas também uma sacada para a história pois, na escrita de Bradbury, eles não apagam mais incêndios… Eles os provocam! Os bombeiros em Fahrenheit 451 queimam LIVROS!

Continuar lendo “Fahrenheit 451 – Ray Bradbury”