O Mágico de Oz — L. Frank Baum

Tortinha de maçã com chocolate

capaozColocando um pouco mais de açúcar nesse blog, hoje vou falar da minha experiência atual com o clássico infantil O Mágico de Oz, de Lyman Frank Baum. Meu contato inicial com o mundo de Oz foi formado pelo cinema e TV. Assistia a interpretação de Judy Garland como Dorothy e, particularmente (muito particularmente), sempre sentia um soninho, mas também me encantava, principalmente  com sua voz angelical interpretando Somewhere over the rainbow.

Mas então, vamos falar do livro? Esqueça todas as referências sobre Oz que você absorveu nesse mundo cinematográfico, porque, afinal, a literatura é uma outra linguagem, vaga em um outro universo…

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Rainha da Tempestade – Marion Zimmer Bradley

“Houvera um tempo na história do Comyn em que promovíamos uma reprodução seletiva, a fim de fixar esses dons em nossa herança racial; foi uma época de grande tirania e não um tempo de que nos lembremos com orgulho”(Lady Rohana – A corrente rompida)

rainha-da-tempestade-livroImagine um universo onde algumas pessoas, de uma determinada origem genética, possuam um “dom”, chamado de laran, que é capaz de lhes proporcionar “poderes” como: telepatia, presciência e voz de autoridade. Para desenvolver e aprimorar esse laran houveram programas de reprodução onde homens e mulheres eram selecionados minuciosamente para gerar descendentes fortes com o poder adequado.

Por conta desses programas de reprodução, os partos eram cada vez mais difíceis, o que acarretava, geralmente, na morte do bebê ou da mãe. Ainda somava-se o fato de que a criança que chegasse à vida adulta poderia morrer de uma “doença do limiar” (a transição da infância para a vida adulta). Em meio à tudo isso ainda existem reinos, soberanos e um sistema de “direito de nascimento”, o que para nós não é estranho. Significava que o rei precisa ter um filho homem legítimo para passar seus domínios, ou estará fadado ao caos.

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Meu Pé de Laranja Lima — José Mauro de Vasconcelos

Ganhei esse livro em um encontro do Clube do Livro e, na primeira página, minha querida amiga e amante da literatura brasileira, Kah, teve a audácia de escrever a seguinte dedicatória:

“Este é com certeza o típico livro que você não deve e nem pode julgar pela capa, e muito menos pelo título… Este é um livro que vai mexer com seus sentimentos e apurar ainda mais a sua sensibilidade. Gostaria, enfim, de lhe propor um desafio: não chorar em nenhum momento do livro (uma coisa realmente impossível de ser feita)! Espero o resultado, heim?” (Kah)

Como pode me desafiar a não chorar!? 

Eu consegui manter o livro seco, mas não meus olhos…

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Pó de Livro # 1 – Tag Natalina

Fala galera!

Esse é o primeiro episódio do podcast do nosso blog, o “Pó de Livro”!
Chega mais e vem discutir com a Jovi, Karina, Emília e Juh sobre quem seriam os personagens literários mais incríveis para compor esse natal!

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Tag Literária — Uma festa de Halloween muito louca. Quem você convidaria?

Boo!👻👻👻

♫♫”…festa estranha com gente esquisita, eu não to legal não aguento mais birita…”♫♫ (Eduardo e Mônica – Legião Urbana)

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Stonehenge — Bernard Cornwell

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Arte de billy2917

Quando uma coisa grandiosa está para ser feita, normalmente se destina à chamar atenção de gerações de homens e uma legião de deuses e espíritos…

Stonehenge me lembrou de alguma forma a obra Os pilares da terra, onde grandes feitos revelam grandes histórias….  Alguns  deles pedem obras divinas, em nome de Deus, para prestígio próprio — e isso não parece acabar bem na maior parte das vezes.

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Personagens fictícios inspirados em pessoas reais: O conde Drácula

Fala galera!

Nessa semana tivemos uma resenha da Jovi sobre Vlad – a última confissão,um livro que conta a história, sem firulas, do homem por trás do mito do vampiro mais famoso da história: o conde Drácula. Ainda não conhece o livro de C.C. Humphreys? Confira a resenha da Jovi >aqui<.

Pra quem ficou interessado nesse ser, criatura ou homem que viveu a tanto tempo atrás e ainda vaga em meio ao imaginário de tantas pessoas, trouxemos uma matéria especial para essa sexta! Hoje vamos falar de Vlad III, príncipe da Valáquia.😈

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Personagens fictícios inspirados em pessoas reais: Alice Pleasance Liddell

Você já se imaginou andando por ai e dar de cara com ninguém mais ninguém menos que… Lord Voldemort?

Loucura né? Definitivamente, se Voldemort fosse real isso não seria um bom sinal, por motivos óbvios. Mas fiquem tranquilos, nós não viemos aqui trazer essa estranha notícia e falar por ai sobre aquele que não deve ser nomeado…

Para aqueles que adorariam que as histórias dos livros tomassem vida! Eis uma revelação:

*** Muitos autores inspiram suas histórias em eventos e pessoas cotidianas*** 😀

O que significa que dentro de cada um de nós, existe o potencial para ser o herói 😎 ou o vilão 😈 de nossas próprias histórias! (eu espero que vocês escolham o lado da Luz, apesar de Darth Vader ser estiloso)

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As matérias “Personagens fictícios inspirados em pessoas reais” apresentaram ao leitor pessoas reais, que fizeram parte da vida dos nossos queridos autores

Hoje vamos começar por uma menina nascida no século XIX, que, junto com suas irmãs, inspirou um matemático a produzir um dos livros infantis mais conhecidos da história.

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O que devo fazer da minha vida? – Po Bronson

Nessas últimas semanas, passei por um momento muito tenso. E, em relação aos meus sentimentos, às minhas ideias e ao que acredito, tomei certas decisões que, para muitos é uma completa loucura, para outros uma coragem.

2014-01-16-shutterstock_114318994-thumbO limite entre a loucura e a coragem é como uma corda bamba, é preciso ter coragem para tomar decisões. E se ser louco é pensar fora do modo habitual, é preciso ser louco para pensar que fora daquela corda bamba há um novo espaço. No momento, sinto-me mais louca. Meu ponto de fuga me traz mais incertezas do que certezas, mas aquele momento anterior não se parecia com um ideal de vida.

“[…] porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos. Os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo agora […]” (Jack Kerouac)

Isso tudo me fez lembrar de um livro que li a muito tempo. Não é um estilo de leitura que me atrai e, naquela época, eu nem gostava de ler. Mas como recebi de presente, e senti a obrigação de tentar, fora que, naquela época, o título me pareceu atrativo – O que devo fazer da minha vida?

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Coisas que só os leitores entendem – em GIF

1- Você vai na livraria/biblioteca e não consegue voltar com apenas UM livro

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“a não posso deixá-los aqui tadinho”

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