Pó de Livro # 3 – Senhor das Moscas

Fala galera! Esse é o terceiro episódio do podcast do blog Clube do Livro, o “Pó de Livro”!
Chega mais e vem discutir com a Jovi, Emília e Lela sobre um clássico da literatura inglesa e mundial: “O Senhor das Moscas”.
Hoje falaremos de todos os simbolismos deste livro incrível, Estados ditatoriais, democracias oscilantes e muito mais! Curtiu? Então pega a sua concha e bora discutir!

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Meu apetite por destruição, sexo, drogas e Guns N’ Roses – Steven Adler

“Por toda a minha vida miserável, não há um amigo, um membro da família ou uma oportunidade fantástica que eu não tenha colocado em um liquidificador e mutilado.” – Steven Adler

capa 2.jpgEsta consideração dramática e pessimista está na primeira página da autobiografia do baterista que fundou uma das bandas mais populares que se tem notícia: o Guns N’ Roses. O livro de Steven Adler é um misto estranho de informalidades e frases que, apesar de não tão bem escritas, são viscerais. Elas parecem ter, assim como o autor, uma necessidade premente de atenção e amor.

Mas como, com fama, dinheiro e os sonhos de todo músico realizado, Steven foi capaz de se sentir tão miserável a ponto de declarar isto nas primeiras linhas de seu livro?

Aumenta o som e bora descobrir.

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Rainha da Tempestade – Marion Zimmer Bradley

“Houvera um tempo na história do Comyn em que promovíamos uma reprodução seletiva, a fim de fixar esses dons em nossa herança racial; foi uma época de grande tirania e não um tempo de que nos lembremos com orgulho”(Lady Rohana – A corrente rompida)

rainha-da-tempestade-livroImagine um universo onde algumas pessoas, de uma determinada origem genética, possuam um “dom”, chamado de laran, que é capaz de lhes proporcionar “poderes” como: telepatia, presciência e voz de autoridade. Para desenvolver e aprimorar esse laran houveram programas de reprodução onde homens e mulheres eram selecionados minuciosamente para gerar descendentes fortes com o poder adequado.

Por conta desses programas de reprodução, os partos eram cada vez mais difíceis, o que acarretava, geralmente, na morte do bebê ou da mãe. Ainda somava-se o fato de que a criança que chegasse à vida adulta poderia morrer de uma “doença do limiar” (a transição da infância para a vida adulta). Em meio à tudo isso ainda existem reinos, soberanos e um sistema de “direito de nascimento”, o que para nós não é estranho. Significava que o rei precisa ter um filho homem legítimo para passar seus domínios, ou estará fadado ao caos.

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