Pó de Livro # 2 – Contos de Fadas

Fala galera! Esse é o segundo episódio do podcast do blog Clube do Livro, o “Pó de Livro”!

Chega mais e vem discutir com a Jovi, Emília e Lela sobre as origens sombrias dos contos de fadas clássicos, seus problemas com relação a estereótipos, papéis femininos, as novas publicações, dicas de contos de fadas contemporâneos e muito mais!

Bibliografia usada no episódio:

Some Day My Prince Will Come: Female Acculturation Through the Fairy Tale – Marcia Lieberman;

– Fadas no Divã – Mário Corso/ Diana Lichtenstein Corso;

Link sobre as origens pré históricas dos contos;

– O Processo Civilizatório – Norbert Elias;

The Irresistible Fairy Tale: The Cultural and Social History of a Genre – Jack Zipes;

Breaking the Magic Spell: Radical Theories of Folk and Fairy Tales – Jack Zipes;

 Don’t Bet on the Prince: Contemporary Feminist Fairy Tales in North America and England – Jack Zipes;

Lista do blog “Não Pule da Janela” sobre novos contos de fadas;

Link da reportagem sobre a senhora presa com comprimidos de ecstasy;

– A Psicanálise Dos Contos de Fadas – Bruno Bettelheim;

Story – Robert Mckee.

Músicas utilizadas no episódio:

  • Fairy Tale– Shaman
  • Pooka, por Lion Free Music
  • Álbum Fairy Tale, por Zero-Project
  • Álbum Fairy Tale 2, por Zero-Project
  • Tema do filme Shrek
  • Fairy Tale Waltz, por Imcompetech
  • Tema do filme “Brave
  • Dramatic Fantasy, por Lion Free Music
  • Enigmatic, por Bensound
  • Para ir além, por Patrick Doyle/ Opetaia Foai
  • Tema de abertura do seriado “Xena”, por Joseph Lo Duca
  • Divertissement, por Kevin McLeod
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8 comentários em “Pó de Livro # 2 – Contos de Fadas

  1. A história era contada oralmente pelo povo e era MUITO macabra, é adaptada pela aristocracia (porque é a classe que sabe ler e escrever, e tem grana para escrever), no sec XIX (e daí em vez de matar crianças o personagem mata mulheres). Não acredito que se fosse o contrário a história seria menos machista ou bizarra, sinceramente. O que nota muito nessas histórias é uma cristianização.

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    1. Não seria mesmo não Ju. A história das crianças, é a história real. Só que no século XIX tentou-se “amenizar” as versões originais e incutir uma moral nelas. O estranho é que algumas “amenizações”, continuaram violentas, como é o caso dessa, onde ele mata as mulheres né D:

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      1. Bem, não é 100% de certeza que foi uma história real, entretanto, ambos os crimes acontecem até hoje (pessoas trancadas em porões de casas não é, infelizmente, uma notícia tão estranha). Mas essas histórias em si não queriam reforçar a teoria “homem dominante”, porque isso é intrínseco, é indissociável, não precisa reforçar nada. A grande pergunta é, porque esse interesse em coletar e reunir, só nessa época, essas histórias em livros? (séc XVII até XIX isso é muito forte, músicas, balé, livros, pinturas). É um clamor muito nacionalista, eles querem fazer viver as histórias dos antepassados, porque nesse período não há mais na Europa uma unidade que une os povos. Antes a religião cristã, e antes disso o Império Romano tinham esse papel. Então emerge esse sentimento de resgate de identidade, e essas histórias vão “cumprindo” esse papel.

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    2. Verdade Ju! Essa coisa nacionalista, de criação de identidade associada a criação de uma moral, reunião de uma moral através de histórias e reforço de papéis (inclusive o feminino) é bem forte nessa época. Faltou você pra engrossar o caldo nesse cast!

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