Personagens fictícios inspirados em pessoas reais: O conde Drácula

Fala galera!

Nessa semana tivemos uma resenha da Jovi sobre Vlad – a última confissão,um livro que conta a história, sem firulas, do homem por trás do mito do vampiro mais famoso da história: o conde Drácula. Ainda não conhece o livro de C.C. Humphreys? Confira a resenha da Jovi >aqui<.

Pra quem ficou interessado nesse ser, criatura ou homem que viveu a tanto tempo atrás e ainda vaga em meio ao imaginário de tantas pessoas, trouxemos uma matéria especial para essa sexta! Hoje vamos falar de Vlad III, príncipe da Valáquia.😈

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Vlad – a última confissão – C. C. Humphreys

“Decidi não julga-lo. Decidi mostrar o que ele fez e parar de me preocupar com seus motivos. Essencialmente, deixei-o ser quem ele foi, fosse o que fosse, colocar suas ações lado a lado com o registro de sua vida e com o contexto do lugar e época brutais em que viveu. Deixaria o leitor decidir.” –  C.C. Humpheys

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Um líder político sádico defende seu território do ataque do Império Otomano no século XV. Governando a província conhecida como Valáquia, “empalador” começou a ser uma palavra associada ao seu nome após aderir à essa prática cruel para punir seus inimigos.

Sangue? Realmente muito sangue foi derramado por ele. Mas não para servir de alimento. Aqui você vai esquecer as lendas que ouviu no livro de Bram Stoker para conhecer o verdadeiro Vlad Tepes, o Conde Drácula.

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O Castelo Animado – Diana Wynne Jones

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Fala galera! Beleza?!

Nossa resenha de hoje está recheada de MAGIA! E das boas, viu? Prepare-se para  conhecer um legítimo demônio do fogo, magos temperamentais, feiticeiras sem coração, jovens amaldiçoadas, chapéus malucos, espantalhos falantes e muito mais! Bem vindos ao castelo animado do mago Howl!

“- Eu vivo muito bem com um nome simples – disse Sophie quando dobraram numa rua abençoadamente estreita e fresca./ – Não podemos ser todos iguais – retrucou Howl” – O Castelo Animado, p.172.

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Personagens fictícios inspirados em pessoas reais: Alice Pleasance Liddell

Você já se imaginou andando por ai e dar de cara com ninguém mais ninguém menos que… Lord Voldemort?

Loucura né? Definitivamente, se Voldemort fosse real isso não seria um bom sinal, por motivos óbvios. Mas fiquem tranquilos, nós não viemos aqui trazer essa estranha notícia e falar por ai sobre aquele que não deve ser nomeado…

Para aqueles que adorariam que as histórias dos livros tomassem vida! Eis uma revelação:

*** Muitos autores inspiram suas histórias em eventos e pessoas cotidianas*** 😀

O que significa que dentro de cada um de nós, existe o potencial para ser o herói 😎 ou o vilão 😈 de nossas próprias histórias! (eu espero que vocês escolham o lado da Luz, apesar de Darth Vader ser estiloso)

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As matérias “Personagens fictícios inspirados em pessoas reais” apresentaram ao leitor pessoas reais, que fizeram parte da vida dos nossos queridos autores

Hoje vamos começar por uma menina nascida no século XIX, que, junto com suas irmãs, inspirou um matemático a produzir um dos livros infantis mais conhecidos da história.

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O que devo fazer da minha vida? – Po Bronson

Nessas últimas semanas, passei por um momento muito tenso. E, em relação aos meus sentimentos, às minhas ideias e ao que acredito, tomei certas decisões que, para muitos é uma completa loucura, para outros uma coragem.

2014-01-16-shutterstock_114318994-thumbO limite entre a loucura e a coragem é como uma corda bamba, é preciso ter coragem para tomar decisões. E se ser louco é pensar fora do modo habitual, é preciso ser louco para pensar que fora daquela corda bamba há um novo espaço. No momento, sinto-me mais louca. Meu ponto de fuga me traz mais incertezas do que certezas, mas aquele momento anterior não se parecia com um ideal de vida.

“[…] porque, para mim, pessoas mesmo são os loucos. Os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo agora […]” (Jack Kerouac)

Isso tudo me fez lembrar de um livro que li a muito tempo. Não é um estilo de leitura que me atrai e, naquela época, eu nem gostava de ler. Mas como recebi de presente, e senti a obrigação de tentar, fora que, naquela época, o título me pareceu atrativo – O que devo fazer da minha vida?

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